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Ciclismo para idosos: conheça os benefícios e cuidados

Pesquisa publicada no Aging Cell journal destaca que ciclistas entre 55 e 79 anos tinham sistemas imunológicos cujo funcionamento se assemelha ao de jovens com 20 anos de idade. O que nos leva a reforçar: o ciclismo para idosos é envolto em benefícios!

Além, é claro, de ser uma alternativa interessante para fugir do trânsito, obter mais qualidade de vida e manter a mente e o corpo ativos.

Quer conhecer os benefícios do ciclismo para idosos e os respectivos cuidados para tornar a atividade cada vez mais prazerosa? Basta seguir com a leitura deste post!

Os benefícios do ciclismo para idosos

Muitos benefícios da prática do ciclismo são apropriados para crianças, adultos e idosos. No entanto, quando estamos falando desse último grupo temos que considerar o valor disso.

Ciclismo para idosos: Conheça os benefícios | Bicicletas Mormaii

Afinal de contas, é o momento em que o corpo responde aos estímulos, evitando que o mesmo se desgaste precocemente e seja fortalecido. A própria pesquisa citada no início deste artigo já explora profundamente os aspectos positivos do ciclismo para idosos.

Mas, para deixar todos os pontos devidamente esclarecidos, confira alguns dos benefícios que você pode colher por meio do ciclismo inserido na sua rotina:

Fortalecimento da musculatura

Pedalar a bicicleta é um exercício que envolve diversas partes do corpo, como:

  • pernas;
  • glúteos;
  • coxas;
  • abdômen.

Com ao tempo, a musculatura é trabalhada e fortalecida, permitindo mais condicionamento físico e resistência ao praticante.

Melhora no sistema respiratório

A respiração também é privilegiada, no ciclismo para idosos, pois esse tipo de atividade condiciona a capacidade pulmonar, aprimorando-a gradativamente.

Imagine, agora, o quanto esse fôlego extra é crucial não apenas para idosos, mas para qualquer pessoa obter mais disposição no seu dia a dia?

Menor risco de doenças coronárias

Quando pedalamos, o coração bombeia mais sangue e, consequentemente, promove a circulação sanguínea. Como resultado disso, o praticante obtém um auxiliar poderoso para reduzir qualquer risco de doenças coronárias, que são as relacionadas a esse sistema.

Vale destacar, ainda, que os exercícios físicos são determinantes na redução da taxa de gordura corporal. E isso mantém o nível de colesterol sob controle.

Diminui os riscos de um AVC

O ciclismo para idosos também é indicado para as pessoas que temem — ou estão entre os fatores de risco de — um AVC (acidente vascular cerebral).

Graças, também, à prática do ciclismo que aumenta a frequência cardíaca com o exercício e, assim, ajuda a controlar a pressão arterial.

Ciclismo para idosos oferece baixo impacto ao praticante

Uma atividade de baixo impacto. É isso que o ciclismo pode ser, para o praticante, em trechos urbanos e sem esforços elevados. Isso permite uma recuperação gradativa da musculatura e sem impactar negativamente as articulações.

Excelente instrumento de socialização

Convém apontar que a atividade física em espaços abertos é uma ótima maneira de conhecer novas pessoas. Especialmente, quando são formados grupos de ciclismo.

Uma maneira rica, portanto, em acabar com o sedentarismo e, de quebra, abrange o círculo de amigos do praticante por meio de um elemento em comum.

Saúde geral é aprimorada

Por fim, vamos destacar que, como um todo o ciclismo para idosos é um grande aliado da qualidade de vida do praticante — física e mentalmente.

ciclismo para idosos mormaii - Ciclismo para idosos: conheça os benefícios e cuidados

A prática do ciclismo, com o tempo, oferece uma mudança enorme não só na qualidade de vida, mas no estilo da pessoa. Afinal, ela vai conviver com novos hábitos, novas pessoas e novos benefícios práticos na sua vida.

Os cuidados com o ciclismo para idosos

Abaixo, também vamos destacar alguns cuidados a serem inseridos na vida do ciclista iniciante — um exemplo: pedalar em dias frios. Confira:

  • utilize o equipamento de segurança, evitando que eventuais quedas e acidentes sejam minimizadas;
  • roupas leves ajudam a evitar o suor em excesso e a perda de água do corpo;
  • aproveite para pedalar em horários cujo calor é menos intenso;
  • tenha sempre em mãos uma garrafa d’água para hidratar ao longo do percurso;
  • busque a opinião do médico de sua confiança antes de começar a pedalar.

E aí, o que achou de todas as nossas dicas para desfrutar qualitativamente de todos os benefícios do ciclismo para idosos? Quer saber, agora, por onde começar? Que tal baixar gratuitamente o nosso infográfico sobre andar de bicicleta, com dicas pontuais para os iniciantes? Bom proveito!

A-importância-da-ciclovia-no-dia-a-dia-do-ciclista

A importância da ciclovia no dia a dia do ciclista

A mobilidade urbana assumiu episódios de profunda relevância para o seu crescimento, ao longo dos últimos anos. E é inegável o impacto de uma ciclovia nesse processo.

Afinal de contas, esses trechos específicos para a circulação de ciclistas são vistos como uma grande solução para o tráfego continuamente inchado das grandes cidades.

Outro exemplo disso é a redução da poluição nos centros urbanos. O transporte não motorizado, portanto, agrega muitos benefícios para o ciclista, mas também para as cidades.

E é isso o que veremos ao longo deste post. Confira, e descubra conosco a importância da ciclovia no dia a dia do ciclista!

A importância da ciclovia! | Bicicletas Mormaii

Qual é a importância de uma ciclovia?

Ambientalmente responsável e com enorme promoção da mobilidade e segurança de um ciclista, a ciclovia também se destaca por uma série de outros fatores. Entre os principais, destacamos os seguintes:

  • as vias ficam menos congestionadas, dando aos ciclistas a oportunidade de transitar em uma área exclusiva para eles;
  • os próprios automóveis (carros, motos, ônibus, caminhões etc.) transitam com mais fluidez, uma vez que a preocupação com um alguém de bicicleta é potencialmente menor quando eles estão em uma ciclovia;
  • os acidentes são menores, pois existe um planejamento de sinalização para que os ciclistas atravessem as suas faixas exclusivas de acordo com o trânsito ao redor;
  • o pedestres também são beneficiados, pois um ciclista fora da ciclovia tende a surgir “de maneira inesperada” para o transeunte habituado a checar por carros e motos ao atravessar uma via.

Essas são as vantagens mais imediatas de uma ciclovia nos grandes centros urbanos. Só que a sua presença também confere mais comodidade e conforto aos ciclistas. Eles mesmos podem ir e vir sem a preocupação do que vem dos lados ou de trás — ou mesmo à frente, em eventuais acidentes — quando circula por ruas e avenidas.

O quanto isso impacta os ciclistas?

A popularização das bicicletas fez com que muitos condutores de automóveis temessem. Afinal, mais ciclistas nas ruas demandam muito mais atenção e cuidados ao transitar.

Por isso, a ciclovia chega como uma medida preventiva de acidentes para os ciclistas, e sem impactar negativamente o tráfego cotidiano.

Outro ponto que merece atenção, no que diz respeito à segurança dos ciclistas, é a própria construção de uma ciclovia. É só pensar que, por meio disso, os projetos urbanos passam a considerar as alternativas de transporte.

Com a ciclovia, um carro a menos sai às ruas, diariamente. Algo que já reforça o que destacamos, anteriormente, a respeito da redução na emissão de gases poluentes.

Por fim, os ciclistas que praticam esse tipo de exercício corriqueiramente são beneficiados por agregarem, a cada passeio, mais eficiência aos seus trajetos.

A musculatura é enrijecida, o condicionamento físico é aprimorado e, com o tempo, a qualidade de vida também é valorizada. Ou seja: trata-se de uma mudança de hábito que confere vantagens múltiplas ao usuário, mas também à cidade onde ele vive.

Só que todas essas vantagens também demandam dedicação e boa dose de conhecimento, da parte dos ciclistas. Uma verdadeira prova disso você pode conferir em outro artigo nosso, onde destacamos o projeto que prevê a aplicação de multas para pedestres e ciclistas. Dê uma conferida e descubra o quanto a ciclovia pode ser um diferencial e tanto nessas situações!

checklist manutenção - A importância da ciclovia no dia a dia do ciclista

7-dicas-para-realizar-seu-percurso-de-bike-com-eficiência-

7 dicas para realizar seu percurso de bike com eficiência

Para muitos, pedalar com conforto é uma das principais características para tornar os trajetos mais agradáveis. Acontece que a eficiência caminha — ou pedala — lado a lado com a comodidade do ciclista. Por isso, otimizar o percurso de bike é tão importante quanto.

E, para você que está nas primeiras ou centenas de milhares de pedaladas, um alento: fizemos um post todo especial e cheio de dicas para realizar seu percurso de bike com eficiência.

Confira, e inspire-se em nossas sugestões para tornar os seus trajetos tranquilos, seguros e realizados em menos tempo!

1. Use roupas adequadas para o ciclismo

Você não precisa investir em roupas para ciclistas profissionais, mas é importante que você tenha flexibilidade e mobilidade suficientes para tornar o percurso de bike menos pesaroso.

checklist manutenção - 7 dicas para realizar seu percurso de bike com eficiência

Evite, por exemplo, calças jeans e justas. Elas só vão atrapalhar o trajeto e a sua eficiência nas pedaladas. O mesmo vale para roupas íntimas com muitas costuras e acabamentos: em trajetos longos, elas podem fazer atrito com a pele, irritando-a.

2. Use o protetor solar

Esse ponto reflete-se de maneira indireta à sua performance: por meio do protetor solar, você evita as temíveis queimaduras ocasionadas pelo calor do sol.

Consequentemente, você consegue manter a performance sobre duas rodas sem se incomodar com a pele ardida pelo excesso de exposição à luz solar.

Por isso, seja para ir ao trabalho, nos percursos mais extensos e até mesmo nos dias de frio — mas com intenso sol fixo no céu — é de grande conveniência ter um protetor solar na bagagem.

3. Use as marchas da bike de maneira estratégica

Para muitos, a marcha lenta é o grande trunfo para um percurso de bike tranquilo. Outros optam pela marcha pesada. Mas, na realidade, ambas são funcionais e relevantes: a questão reside no momento de usar cada uma delas.

Por exemplo: aprenda a trocá-las com frequência e de acordo com o seu ritmo. À medida que você acelerar, experimente a marcha pesada para otimizar a velocidade sem grande esforço. Em ladeiras, confie na marcha leve para obter impulso sem se desgastar.

O segredo está em conhecer a sua bike e saber como ela responde cada condição cotidiana que surge no seu caminho.

4. Mantenha a postura

Levanta, senta, inclina e estica a coluna… Tudo é válido, desde que você mantenha-se confortável nessa posição e que você alterne-a de acordo com o percurso.

Fazer o percurso de bike somente em pé é desconfortável e cansa sem a necessidade. O mesmo vale para quem pedala sentado em áreas que demandam mais força nas pernas.

Por isso, equilibre isso, mas sempre mantendo a postura ereta para não cansar as costas.

5. Regule o banco corretamente

Independentemente das distâncias percorridas diariamente, o banco devidamente regulado ajuda a evitar:

  • lesões no joelho;
  • dores na coluna;
  • a posição adequada da postura;
  • esforços além do necessário.

Para ajustar o banco você pode esticar o braço, posicionando o cotovelo na ponta do assento, e os dedos encostados na ponta do guidão. Assim, fica fácil manter uma postura mais ereta.

6. Pare de pedalar caso o corpo fique dormente

Em distâncias longas, pode acontecer de a circulação de sangue sofrer dificuldades. Especialmente, devido à má postura constante ou o uso de calçados inadequados.

Caso isso ocorra, pare e descanse. Massageie a área afetada e, se possível, suspenda o passeio para evitar um mal-estar maior.

7. Atenção à alimentação no seu percurso de bike

Vai pedalar? Então, atente-se à hidratação corporal. Leve uma garrafinha d’água nos seus passeios. Além disso, a alimentação também importa. Evite alimentos pesados, como um churrasco, antes de pedalar.

Alimentos leves e com fibras, antes de realizar uma atividade, e deixe para a alimentação mais pesada após os exercícios.

E aí, agora que você já sabe como realizar um percurso de bike com mais eficiência, que tal descobrir, também, nossas recomendações para você se atentar ao pedalar em uma trilha?

Display Infográfico 2 - 7 dicas para realizar seu percurso de bike com eficiência

Dicas-valiosas-para-você-pedalar-no-frio

Dicas valiosas para você pedalar no frio

Acostumados a andar de bicicleta têm algo em comum com os principiantes: as dificuldades em pedalar no frio, vencendo a preguiça e a rigidez da musculatura com as baixas temperaturas.

São elementos adversos demais que agem contra o seu ímpeto em sair de casa e pedalar no frio com a mesma performance dos dias quentes.

Para ajudar a chegar algo muito próximo disso, neste post vamos apontar algumas dicas que podem fazer toda a diferença na sua rotina para ir ao trabalho ou a lazer, apenas. Acompanhe!

Os desafios em pedalar no frio

O outono e o inverno — e as baixas temperaturas que chegam fora de época — concentram uma série de obstáculos para o ciclista obstinado, como:

  • o vento gélido e cortante;
  • a umidade;
  • a poluição — um fator muito presente nos grandes centros urbanos.

Embora a tolerância ao frio varie entre pessoas, a temperatura baixa, em geral, já deixa a musculatura mais rígida, pela manhã, aumentando as dificuldades em sair pedalando no frio.

Por isso, vamos tomar como parâmetro que, abaixo dos 20 °C, você já pode enfrentar desafios maiores do que aqueles que fazem você sair da cama nos dias de verão. Algo que vai ajudar bastante a considerar as dicas a seguir!

E book display - Dicas valiosas para você pedalar no frio

Use camisas apropriadas para a prática de ciclismo

Sabe as peças de roupas em dry fit? Pois então, tanto ela quanto outras vestimentas em tecido sintético ajudam a pedalar no frio porque elas não permitem que a transpiração fique retida.

Por cima dela, uma camiseta de algodão. Os espaços presentes nas fibras da peça ajudam na circulação também, enquanto o tecido sintético sob ela não deixa a transpiração entrar em contato com o seu corpo.

Coloque uma blusa de frio sobre a camiseta

Se a transpiração é um problema resolvido — já que a umidade concentrada aumenta a sensação de frio —, é hora de se prevenir contra o frio cortante.

As blusas estão aí para isso: proteger da entrada de ar frio, enquanto o quente — entre a camiseta e o tecido sintético — permaneça. E, se possível, invista em um casaco especial para ciclistas, que já considera boa parte dessas vertentes mencionadas e ajudam você a pedalar com mais segurança.

Tire as camadas de roupas ao sentir calor

Pedalar no frio também estimula a transpiração e o calor do corpo. Quando isso acontece, tire rapidamente as peças de roupas para que você não transpire tanto.

Mas só faça isso se o tecido das roupas não ficarem gelados e, tampouco, em contato com o corpo.

Dê atenção aos pés e pernas ao pedalar no frio

Calças de ciclismo são ótimos investimentos para pedalar no frio. Mas, caso não seja possível fazê-lo, as calças jeans mais flexíveis são providenciais para impedir a passagem do vento.

Para os pés, uma boa maneira de evitar aquela sensação de “dedos congelados” é com um exagero nas camadas de roupas: use um par extra para cobrir os pés e garantir mais conforto para pedalar.

Proteja também os dedos das mãos

As luvas fechadas são importantes porque os dedos das mãos são, basicamente, as extremidades do corpo mais desprotegidas e vulneráveis ao vento gélido.

Vale destacar que isso é fundamental não apenas para deixar o corpo mais aquecido, mas para garantir que você tenha flexibilidade suficiente, nos dedos, para uma situação de emergência.

Um toque especial para os ouvidos

Os rigores do frio costumam causar dor de ouvido nas pessoas. E, para evitar esse desconforto é possível tampá-los com o auxílio de algodões. Ou, ainda, um gorro que cubra as orelhas — lembre-se, apenas, de ajustar o capacete para que ele não fique apertado demais na cabeça.

E aí, agora que você já sabe como enfrentar as baixas temperaturas e pedalar no frio, que tal conhecer nossas dicas para você pedalar com mais conforto em sua bike?

 

Shimano-ou-SRAM-conheça-o-comparativo-entre-as-duas-marcas

Shimano ou SRAM: conheça o comparativo entre as duas marcas

Se você já viu ou ouviu um grupo de ciclistas debatendo se Shimano ou SRAM são as melhores marcas, saiba que o tema é mais comum do que você possa imaginar.

Afinal, cada um tem as suas preferências, que vão de acordo com os seus objetivos, necessidades e experiências. Por isso, este post não procura apontar o melhor e, sim, comparar ambas as marcas para que você tire as suas conclusões sobre as melhores transmissões para MTB.

Então, confira as principais características dos modelos de produtos da Shimano e da SRAM!

Comparativos entre as transmissões Shimano e SRAM

Comecemos pela origem de ambas: a japonesa Shimano tem quase um século de atuação no mercado, enquanto a SRAM tem muito menos tempo — fundada em 1987, em Illinois, EUA.

Ou seja: quando a marca estadunidense foi inaugurada, a Shimano já tinha amplo alcance mundial com os seus componentes. Vamos ver, então, como essa disputa se acirrou?

Linhas de entrada

Ambas as empresas têm as suas linhas mais populares, que são:

  • Altus, Acera e Alivio, da Shimano
  • X3, X4 e X5, da SRAM.

Embora tenham as suas particularidades, as transmissões da Shimano possuem, todas, pedivela triplo e cassete com 9 cogs — totalizando 27 marchas.

shimano componetes mormaii - Shimano ou SRAM: conheça o comparativo entre as duas marcas

Já as linhas da SRAM são diferentes entre si. A linha X3 conta com passadores com a troca de 7 marchas, apenas, ao passo que a X4 pode chegar a até 24 marchas. A X5, por sua vez, conta com peças mais sofisticadas.

Ou seja: no comparativo, a SRAM traz mais flexibilidade de escolha para os ciclistas, algo que a Shimano explora menos em sua linha de entrada de bikes.

Linhas intermediárias

Podemos dividir as linhas intermediárias nas categorias abaixo:

  • Deore, SLX, da Shimano;
  • X7, X9, NX e GX, da SRAM.

O Deore já é bastante rodado, enquanto a linha SLX é mais recente. Só que o tradicional conjunto evoluiu bastante, e é comparável até mesmo com a SLX.

Por exemplo: os modelos vêm acompanhados câmbio traseiro (tecnologia Shadow RD+) e pode vir com pedivela duplo.

Já a SRAM investiu novamente em mais flexibilidade de escolha para os seus clientes. Os modelos X7 e X9, por exemplo, têm pedivelas duplos e triplos — além de virem com cassetes 11-36.

Para as mais recentes linhas, a NX e a GX, contam com uma modernização elevada nas transmissões de bicicletas: 1×11, na sua combinação de marchas, e um cassete 10-42.

Linhas de ponta

Entre Shimano ou SRAM, você pode observar as seguintes linhas de ponta das marcas:

  • XT e Di2 e XTR e Di2, da Shimano;
  • XX, X1, XX1 e XX1 Eagle, da SRAM.

XT e XTR são os modelos mais populares da categoria, sem dúvidas. Inclusive, com a possibilidade de implementar versões eletrônicas nas transmissões (a Di2). Pioneira em mountain bikes, inclusive.

Vale adiantar que, no geral, são tecnologias similares entre os modelos, mas com diferenciais que enriquecem o nível competitivo dos praticantes e assíduos da marca japonesa.

Para a SRAM, o discurso de acabar com o câmbio dianteiro ganha novos capítulos em sua linha de ponta. É possível perceber, nos modelos, cassete 11-36 e pedivela duplo/tripo.

No mais, as tecnologias usadas no repertório de ponta da SRAM são similares, ajustadas de acordo com os objetivos dos ciclistas.

Só que vale apontar: entre Shimano ou SRAM, cabe a você perceber quais delas estão mais alinhadas às suas necessidades. A SRAM, em busca de diferenciação, está apostando cada vez mais em novidades, inovações e paradigmas quebrados.

A Shimano, por outro lado, é uma marca consolidada, que dita boa parte das transformações do mercado. E é aí que acirra a competitividade e cabe a você, ciclista, considerar o melhor sistema de transmissão para as suas pretensões.

Agora, para colocar novas dúvidas na sua cabeça, aproveite para baixar gratuitamente o nosso e-book com 50 lugares ao redor do mundo para você pedalar!

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Guia-para-você-conhecer-os-tipos-de-pneu-de-bicicleta

Guia para você conhecer os tipos de pneu de bicicleta

Um pneu de bicicleta com as características diferentes das suas expectativas pode dificultar a realização de um passeio tranquilo e com boa performance, sabia?

Por exemplo: a melhor opção de pneu de bicicleta para trilhas não é a mesma usada por bikes de estrada. Daí a importância em saber, exatamente, sobre quais rodas você está pedalando.

E é exatamente isso o que vamos destacar, ao longo deste artigo. Acompanhe, e descubra tudo o que você queria saber sobre os tipos de pneu de bicicleta neste guia!

O diâmetro do pneu de bicicleta

Identificar o diâmetro da roda/pneu correto é importante, pois ele valoriza a sua performance sobre duas rodas.

Para tanto, é importante saber antecipadamente o tipo ideal para o modelo de bike que você tem. Uma dica? Cheque a lateral do pneu e anote a junção de números e letras impressos. Lá, a primeira sequência de números já explica qual é o diâmetro do seu tipo de pneu.

Largura

A largura pode ser variável, de acordo com as suas preferências. Atenção, no entanto, ao fato de que essa característica interfere diretamente nas suas pedaladas.

Bom exemplo disso são os pneus mais largos, que garantem mais aderência ao solo e boa tração — opção ideal para quem transita por entre muitas curvas, como no MTB.

pneu de bicicleta mormaii - Guia para você conhecer os tipos de pneu de bicicleta

Já os pneus finos são mais leves e garantem um desempenho mais veloz durante a sua atividade. Só que eles são mais frágeis, e propensos a cortes e furos.

Bandas de rodagem

Independentemente do tipo de pneu de bicicleta escolhido é importante reconhecer o valor das bandas de rodagem. Elas são os sulcos ou desenhos na borracha que entram em contato com o solo — viu, como não é apenas algo decorativo?

Elas ajudam na aderência dos pneus e também para o escoamento de água, em dias de chuva, evitando as derrapagens acidentais.

Os diferentes tipos de pneu de bicicleta

Hora de aprender mais, agora, sobre os perfis de pneus que você pode escolher e, assim, personalizar ainda mais os seus passeios de bike:

Slick

Pneus lisos, com bom desempenho no asfalto, e ideais também para quem está em busca de velocidade nos seus circuitos urbanos.

Mas, como já destacado, a espessura fina desse tipo de pneu de bicicleta pode reduzir a segurança, uma vez que eles sofrem danos com mais facilidade.

Semi Slick

Pneu de bicicleta equilibrado, podendo ser indicado tanto no asfalto quanto em trilhas de terra seca batida. Uma alternativa mais recomendada para quem faz uso híbrido da bike.

Além disso, são modelos que possuem bandas de rodagem com boa aderência. Isso aumenta o custo/benefício em adquirir esse pneu de bicicleta para acompanhar você nos passeios.

Cross-country

Também conhecidos como XC, são pneus mais recomendados para uso em trilhas com obstáculos. Ideais, também, para percursos mais longos e que exijam bastante dos pneus do ciclista.

Mud

Para trilhas, também, mas para aqueles percursos envoltos em lama, ideias para que sai de casa com a sua bike já sabendo que vai se sujar.

Os cravos do pneu são altos, proporcionando mais equilíbrio e aderência, impedindo que a lama se acumule nesses sulcos.

Downhill

Por fim, o pneu de bicicleta conhecido como Downhill são largos e maiores. Resistência e equilíbrio são as palavras-chave desse tipo de pneu, mas atenção à sua escolha porque alguns quadros de bicicleta não suportam as medidas de um Downhill.

Agora que você já sabe bastante sobre os diferentes tipos de pneu de bicicleta e como escolher o modelo ideal para o seu perfil, que tal aprender também sobre a manutenção da sua bike? Para isso, confira nosso check-list gratuito sobre o que verificar periodicamente na sua bicicleta!

cupom de primeira compra - Guia para você conhecer os tipos de pneu de bicicleta

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Trânsito? Tô fora! Pego minha bike e vou embora

O trânsito é apenas um dos fatores que fazem as pessoas pegarem a sua bike e ir embora. Se você tem o costume de acompanhar os memes que pipocam na tela do seu smartphone e computador diariamente, já deve ter se deparado com algo assim:

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Só que os moradores dos grandes centros urbanos devem estar em consenso que o trânsito é um dos principais fatores para isso. E é justamente a inspiração nos grandes congestionamentos recordes que nos motivou a preparar este post.

Acompanhe, conosco, a importância em utilizar a bike como meio de transporte!

Você ganha mais tempo no seu dia a dia

Faça o comparativo: verifique quanto tempo você consome, por dia, no trânsito e faça o trajeto mais otimizado possível de bike para o mesmo destino. Você vai perceber que não há congestionamento, o tempo de ida e volta é menor e o estresse é reduzido também.

Você economiza o seu dinheiro

Novamente, coloque na ponta do lápis os custos mensais com seu veículo ou transporte público. Agora, com uma bike você tem o investimento inicial no modelo mais adequado ao seu perfil e no equipamento de segurança.

Em seguida, você só vai arcar com as despesas de manutenção para prolongar a vida útil dos componentes de sua bike. Muito mais em conta do que o orçamento para manter um carro.

É uma solução sustentável

Um carro a menos nas ruas da sua cidade é um poluente em potencial a menos. Já a bicicleta é um meio de transporte sustentável, que ajuda a aprimorar a qualidade do ar.

Você trabalha também a sua qualidade de vida

Além da manutenção na qualidade do ar, a sua saúde também é beneficiada pelos trajetos realizados em sua bike, sabia? E não são poucos, como:

  • atividades físicas regulares ajudam a prevenir doenças cardíacas, a hipertensão, o diabetes e até mesmo a ocorrência de AVCs;
  • aumenta a resistência aeróbica;
  • controla a aumento de gordura corporal;
  • trabalha a musculatura do corpo inteiro;
  • reduz a ocorrência de doenças crônicas.

É de se mencionar, também, a queima de calorias e a melhoria na capacidade respiratória. Sem falar que os exercícios físicos tendem a melhorar o humor dos seus praticantes.

Imagine todos esses benefícios, juntos, em uma manhã de segunda-feira antes de chegar ao trabalho?

Oferece mais sensação de liberdade

Não são poucos os condutores que reclamam de sentirem-se aprisionados em gaiolas, quando estacionados em um congestionamento ou em dias chuvosos, dentro do veículo.

Com a bicicleta, você ganha mais perspectiva, tem uma visão em 360° e está sempre em movimento. É uma diferença marcante que pode fazer toda a diferença na sua motivação cotidiana — seja no trabalho ou para realizar mais atividades de lazer.

Se você não encontrava tempo para se exercitar, por exemplo, o percurso diário para o trabalho já é uma alternativa interessante e rica em benefícios — como vimos no tópico anterior.

Para tanto, não ache que substituir o carro pela bike, da noite para o dia, é a única decisão a ser tomada. É importante preparar o corpo — e a mente — para a mudança, encontrar um modelo de bike ideal para as suas necessidades e objetivos e, por fim, conferir as nossas dicas para você se preparar a andar de bike periodicamente. Boa leitura!

checklist manutenção - Trânsito? Tô fora! Pego minha bike e vou embora

Dicas-de-como-utilizar-o-amortecedor-de-bike

Dicas de como utilizar o amortecedor de bike

O amortecedor de bike é uma das partes mais elementares desse meio de transporte sobre duas rodas. E isso independentemente se o seu objetivo é transitar pelas vias urbanas ou trechos enlameados e trilhas cercadas pela natureza.

Afinal de contas, o componente é usado para, de fato, amortecer todo o impacto recebido. O interessante é que, ao longo das décadas, sua tecnologia foi aperfeiçoada e está cada vez mais moldável às suas necessidades e objetivos.

Para que você entenda melhor sobre o assunto, neste post nós vamos falar tudo a respeito do amortecedor de bike. Acompanhe!

A origem do amortecedor de bike

A primeira vez que se percebeu esse tipo de acessório na bicicleta foi entre as décadas de 1960 e 70. A princípio, na parte dianteira da bike, mas logo agregada também na parte de trás.

amortecedor de bike - Dicas de como utilizar o amortecedor de bike

Só que o modelo que melhor conhecemos, hoje em dia, só chegou ao mercado no final da década de 1980. A necessidade veio com a popularização da modalidade de Mountain Bike, e não tardou para espalhar o conceito para todos os tipos de bikes. Afinal, pedalar com conforto não é exclusividade da MTB.

Os tipos de amortecedor de bike

Abaixo, destacamos 3 modelos de amortecedor de bike para que você possa comparar suas particularidades. São eles:

Básico

Esse tipo de amortecedor de bicicleta pode ser usado com freios V-brake ou a disco. Produzido com materiais mais simples, são ideais para trajetos pouco desafiadores e de baixo impacto — quando o percurso de ida e volta para o trabalho é plano, por exemplo.

Vale observar que, no geral, esse modelo de amortecedor de bike é mais pesado — mas com versatilidade para ser usado em bicicletas com aros de 26 e 29 polegadas.

Intermediário

Para os competidores que ainda não se profissionalizaram, esse modelo de amortecedor de bike é mais arrojado, com hastes em alumínio — em contraste com o modelo anterior, normalmente em tubos de aço — e cartuchos hidráulicos para fazer as vezes das molas de aço do modelo básico.

Conta com facilidades de personalização para adaptar-se rapidamente às exigências de um percurso, facilitando a pedalada nas subidas mais íngremes. Vale destacar que esse modelo é confeccionado para ser usado em conjunto com bikes equipadas com freios a disco.

Sofisticado

Profissional, leve e 100% ajustável. Esse modelo permitem um controle de alta precisão, além de ser extremamente durável e resistente — normalmente, feito com titânio e fibra de carbono.

O sistema desse amortecedor de bike tende a ser “inteligente”, transitando o óleo entre as câmaras de acordo com a leitura automática feita do terreno.

A devida manutenção do seu equipamento

Todo o conforto proporcionado pelo amortecedor de bike vem a um custo: a sua devida manutenção periódica, de maneira a garantir mais vida útil ao equipamento e segurança em suas pedalas cotidianas.

Como regular o amortecedor de bike

São 3 etapas, basicamente, que devem ser constantemente monitoradas. São elas:

Pré-carga

Suba no assento — com a bike encostada em uma parede —, sente-se e depois desmonte dela. A ideia é verificar o quanto a suspensão se comprime com o seu peso.

Isso é conhecido como Sag e, é importante que esse valor gire em torno de 25% — em um garfo de 100 mm o equivalente seria 25 mm de Sag.

Retorno

Para encontrar o ajuste ideal para você, é importante testar, guia por guia, até que o amortecedor de bike retorne rapidamente a cada impacto.

Compressão

Aqui, procure manter o valor de compressão equilibrado, caso não tenha muitos conhecimentos em manutenção de bicicleta.

Inclusive, o intuito deste tópico é apenas apresentar o conceito do amortecedor de bike para você, de maneira que você compreenda quais são os pontos de atenção.

Portanto, o ideal é que você leve a bicicleta periodicamente para a manutenção. Assim, você vai garantir sempre uma performance mais qualitativa e boa durabilidade para todos os componentes da sua bike.

Mas, para você começar a entender melhor todo o funcionamento dela, não deixe de conferir também nossas dicas sobre a troca de corrente da bicicleta!

checklist manutenção - Dicas de como utilizar o amortecedor de bike